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	<title>yl3d Design - Blog &#187; E-Commerce</title>
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		<title>Brasil é líder em ranking de comércio online na América Latina, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008. De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008.</h2>
<p>De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 ocupando o primeiro lugar no ranking latino-americano em volume de vendas eletrônicas. O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008.</p>
<p>No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões e pela China, com US$ 36,9 bilhões.</p>
<p>O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, o dobro do valor apresentado em 2004. Desse total, 82,3% das vendas se concentraram nos países desenvolvidos. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. Dos 41 países analisados, 16 superam a proporção de 1%: Coréia (1,63%), Hong Kong (1,45%) e Hungria (1,39%) são os três países com índices mais elevados.</p>
<p>&#8220;O comércio eletrônico está em rápida expansão em todo o mundo. Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. Pelo contrário, as vendas mundiais, em dólares, aumentaram 4,5%, com destaque para os países do BRICIT, onde o aumento foi de 15,8%, e na América Latina, que registrou um aumento de 10%&#8221;, analisa Teodoro López, presidente da everis Brasil.</p>
<p>O estudo também compara o volume de vendas eletrônicas anuais, em dólares, com o número de habitantes de cada país. Do grupo estudado, apenas quatro países apresentaram decréscimo no valor movimentado pelas vendas online: Coréia, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela everis, em parceria com a IESE Escola de Negócios. O objetivo deste estudo é apresentar, de maneira sucinta, o crescimento do comércio eletrônico em 41 países de todos os continentes e com todos os níveis de desenvolvimento.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/brasil-e-lider-em-ranking-de-comercio-online-na-america-latina-aponta-estudo/34463/">Portal Administradores</a><br />
</strong></p>
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		<title>Cielo irá credenciar Mastercard a partir de 1º de julho</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 14:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cielo]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[mastercard]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cielo (ex-VisaNet) já está fazendo mudanças operacionais para iniciar o credenciamento para a Mastercard a partir de 1º de julho, quando deixará de ser a credenciadora exclusiva da Visa. O presidente da companhia, Rômulo de Mello Dias, lembra que, para operar com uma bandeira do porte da Mastercard, é necessário fazer uma série de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cielo (ex-VisaNet) já está fazendo mudanças operacionais para iniciar o credenciamento para a Mastercard a partir de 1º de julho, quando deixará de ser a credenciadora exclusiva da Visa. O presidente da companhia, Rômulo de Mello Dias, lembra que, para operar com uma bandeira do porte da Mastercard, é necessário fazer uma série de modificações nos sistemas. &#8220;As credenciadoras que passarem a trabalhar com a Visa vão passar por profundas transformações, e nós também teremos que fazer o mesmo para conseguir capturar as operações da Mastercard&#8221;, disse hoje, em teleconferência a jornalistas.</p>
<p>Até o final de junho, a Cielo será credenciadora exclusiva da Visa. A partir dessa data, poderá trabalhar com outras bandeiras, da mesma forma que a Visa fica liberada a dar licença para que outras empresas façam o credenciamento dos estabelecimentos comerciais interessados em trabalhar com a bandeira.</p>
<p>Segundo Rômulo, a Cielo irá se tornar uma credenciadora multibandeira, e para isso quer aceitar também os cartões da American Express, bandeiras regionais e de empresas presentes apenas no exterior. Nesse último caso, a ideia é permitir que os estrangeiros portadores desses cartões possam utilizá-los em viagens ao Brasil.</p>
<p>Hoje, a principal concorrente da Cielo é a Redecard, mas outras empresas devem entrar no mercado de credenciamento de cartões.  Santander e GetNet anunciaram uma parceria para fazer o credenciamento inicialmente da Mastercard a partir do primeiro semestre de 2010, mas que depois será estendido a outras bandeiras.</p>
<p>Mesmo nesse cenário de maior concorrência, o executivo acredita que a Cielo tem condições de manter a liderança. Hoje, a empresa tem 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados; foram 380 mil só em 2009. Para manter os atuais estabelecimentos comerciais e conquistar novos, o executivo aposta que a distribuição física fará a diferença. &#8220;A distribuição e a presença física serão fundamentais nesse novo cenário&#8221;, disse. Para isso, a Cielo pretende contar com a contribuição do Banco do Brasil e Bradesco, que possuem as maiores redes de agências bancárias no Brasil e que são os dois principais controladores da Cielo.</p>
<p>De acordo com o executivo, cerca de 25% dos novos credenciados em 2009 foram conquistados a partir das vendas pela equipe comercial da própria empresa. A maior parte (75%) é proveniente de parcerias com diversos bancos. Para as instituições financeiras, o interesse em fechar esse tipo de acordo é manter em seu caixa os recursos dos cartões de débito e crédito das empresas credenciadas.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/cielo-ira-credenciar-mastercard-partir-1o-julho-531409.html" target="_blank">Portal Exame</a></p>
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		<title>E-commerce nas PME`s: o que fazer para não quebrar?</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/03/22/e-commerce-nas-pmes-o-que-fazer-para-nao-quebrar/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais movimentadas do ano. De olho nesses dados, empresas se movimentam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ecommerce.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-493" title="ecommerce" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ecommerce.jpg" alt="" width="500" height="361" /></a></p>
<p>Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados  otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o  e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$  1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais  movimentadas do ano.</p>
<p>De olho nesses dados, empresas se  movimentam e investem cada vez mais em um mar de oportunidades  proporcionado pelos recursos infindáveis da venda online. A internet é  um mundo sem limites, isso virou jargão, mas é fato consumado. E, como  em todo negócio, seja ele físico ou disposto no ambiente virtual, se não  for bem planejado e acompanhar as tendências para ganho de  competitividade, ele morre ou, naturalmente, fica pra trás. Ter uma loja  virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em  tempos onde a mudança, no universo online, é mais rápida que no &#8220;mundo  real&#8221;.</p>
<p>Este artigo tem o propósito de ilustrar por que alguns dos  pequenos varejistas virtuais quebram no início e o que fazer para mudar  esse cenário, com ideias para fazer valer o investimento. O primeiro  passo é o planejamento, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de  concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas,  além de muito, muito trabalho e dedicação.</p>
<h4>Fatores do fracasso no e-commerce</h4>
<p>Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados  no e-commerce são:</p>
<ul>
<li>Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta  de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais  do mercado;</li>
<li>Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo  preço;</li>
<li>Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a  viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As  perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Esse produto já está  saturado na web? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio  para venda na internet?</li>
<li>Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que  acabam não sendo fidelizados;</li>
<li>Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.</li>
</ul>
<h4>Ideias para se manter e crescer no e-commerce</h4>
<p>Abaixo listo os principais pontos que suprem os desafios a serem  superados, mencionados nos itens anteriores.</p>
<p><strong>Marketing  Digital e Redes Sociais no e-commerce</strong></p>
<p>O plano de  marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu  investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando  a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores.  Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de  compra.</p>
<p>Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços  estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing,  personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em  vendas no e-commerce. Porém, isso não é regra, há uma necessidade  eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são  mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então  aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).</p>
<p>Nesse caso,  também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que  todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais  inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não  se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.</p>
<p><strong>Tecnologia  adequada ao e-commerce</strong></p>
<p>Em relação ao investimento em  tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que,  acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja inferior.  Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio  demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado  que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A  plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de  análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.</p>
<p><strong>Concorrência,  atendimento e fidelização no e-commerce</strong></p>
<p>Na análise de  concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam  fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.</p>
<p>Para  fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A  partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca)  aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência  baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento  for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.</p>
<p>Se  você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de  e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo na mão: a  garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter  um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do  mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir  comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto cuja marca já  conhece no ambiente off line.</p>
<p>Antes de tomar qualquer decisão  relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas  atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é  essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma  consultoria ou contratação.</p>
<p>O e-commerce exige tecnologia,  agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil  do target. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor  precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce</p>
<p>Fonte: iMasters</p>
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		<title>E-commerce brasileiro cresce 27% em 2009</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/03/01/e-commerce-brasileiro-cresce-27-em-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 16:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 11 bilhões em 2009, registrando um crescimento de 27% em relação ao ano anterior, mas o calote virtual ainda emperra o crescimento desse mercado. Conforme dados da Microsofty, o Brasil é o 4º país com o maior índice de infestação de vírus e programas que roubam senhas de cartões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 11 bilhões em 2009, registrando um crescimento de 27% em relação ao ano anterior, mas o calote virtual ainda emperra o crescimento desse mercado. Conforme dados da Microsofty, o Brasil é o 4º país com o maior índice de infestação de vírus e programas que roubam senhas de cartões de crédito e de contas bancárias, assim como dados de CPF e RG. Levantamento da Cybersource, empresa especializada em pagamentos pela internet, revelou que, só em 2008, as fraudes virtuais representaram 4 bilhões de dólares no mundo.</p>
<p>O &#8220;Índice de Confiança do e-consumidor&#8221;, um estudo desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), registrou aprovação de 86,71% dos e-consumidores em novembro. O índice manteve-se regular durante todo o ano, com números sempre superiores a 85%.</p>
<p>Atualmente, mesmo com 97% das empresas brasileiras possuindo site na internet, ainda é pequeno o percentual daquelas que utilizam a rede para gerar oportunidades de negócios e incrementar o lucro. Em 1982, existiam somente 415 sites no mundo e, hoje, são 174 milhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram na internet pela primeira vez.  De acordo com o Ibope Nielsen Online, 64,8 milhões de brasileiros acessam a internet.</p>
<p>Cerca de 75% dos brasileiros que navegam pela internet  estão nas classes C, D e E e 61% dos que compram online costumam conferir os produtos em lojas físicas, antes de fecharem a transação pela rede. O Brasil lidera o ranking mundial de países com maior tempo médio de navegação, com uma média geral em torno de 43 horas e 51 minutos, dado referente a outubro do ano passado.<br />
Os  livros e assinaturas de revistas e jornais lideram as vendas em quantidade de pedidos, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos e eletrônicos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/16041/ecommerce/e-commerce_brasileiro_cresce_27_em_2009/" target="_blank">IMasters</a></p>
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