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	<title>yl3d Design - Blog</title>
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	<description>Uma soma de soluções, de situações, de momentos e resultados.</description>
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		<title>Antilhas &#8211; Algo Novo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 15:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[yl3d Design]]></category>
		<category><![CDATA[antilhas]]></category>
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		<description><![CDATA[Novo hotsite conceito da empresa Antilhas, desenvolvido pela yl3d Design em conjunto com a Agência Hands para a nova campanha da empresa que conta além do hotsite (www.antilhas.com.br/algonovo) com anúncios em revistas do setor, vídeo conceito, texto informativo para mídia espontânea. O novo conceito e suspense em relação à nova comunicação da Antilhas foi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_531" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-531" title="antilhas_algonovo" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/antilhas_algonovo.jpg" alt="" width="500" height="306" /><p class="wp-caption-text">Hotsite Antilhas - Algo Novo</p></div>
<p>Novo hotsite conceito da empresa Antilhas, desenvolvido pela yl3d Design em conjunto com a Agência Hands para a nova campanha da empresa que conta além do hotsite (<a href="http://www.antilhas.com.br/algonovo" target="_blank">www.antilhas.com.br/algonovo</a>) com anúncios em revistas do setor, vídeo conceito, texto informativo para mídia espontânea.</p>
<p>O novo conceito e suspense em relação à nova comunicação da Antilhas foi um grande atrativo para clientes e fornecedores da empresa que passaram pelo estande de visual inovador e conceitual da empresa na ABF Franchising EXPO 2010.</p>
<p>Mais informações e novidades podem ser acompanhadas através do Twitter <a href="http://twitter.com/Antilhas" target="_blank">@antilhas</a> e no site da <a href="http://www.antilhas.com.br/noticias.php?lang=es" target="_blank">empresa.</a></p>
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		<title>Brasil é líder em ranking de comércio online na América Latina, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008. De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008.</h2>
<p>De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 ocupando o primeiro lugar no ranking latino-americano em volume de vendas eletrônicas. O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008.</p>
<p>No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões e pela China, com US$ 36,9 bilhões.</p>
<p>O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, o dobro do valor apresentado em 2004. Desse total, 82,3% das vendas se concentraram nos países desenvolvidos. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. Dos 41 países analisados, 16 superam a proporção de 1%: Coréia (1,63%), Hong Kong (1,45%) e Hungria (1,39%) são os três países com índices mais elevados.</p>
<p>&#8220;O comércio eletrônico está em rápida expansão em todo o mundo. Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. Pelo contrário, as vendas mundiais, em dólares, aumentaram 4,5%, com destaque para os países do BRICIT, onde o aumento foi de 15,8%, e na América Latina, que registrou um aumento de 10%&#8221;, analisa Teodoro López, presidente da everis Brasil.</p>
<p>O estudo também compara o volume de vendas eletrônicas anuais, em dólares, com o número de habitantes de cada país. Do grupo estudado, apenas quatro países apresentaram decréscimo no valor movimentado pelas vendas online: Coréia, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela everis, em parceria com a IESE Escola de Negócios. O objetivo deste estudo é apresentar, de maneira sucinta, o crescimento do comércio eletrônico em 41 países de todos os continentes e com todos os níveis de desenvolvimento.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/brasil-e-lider-em-ranking-de-comercio-online-na-america-latina-aponta-estudo/34463/">Portal Administradores</a><br />
</strong></p>
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		<title>Twitter lança página para facilitar acompanhamento da Copa do Mundo</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/06/11/twitter-lanca-pagina-para-facilitar-acompanhamento-da-copa-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 15:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A Copa do Mundo 2010 começou hoje e, com o objetivo facilitar o acompanhamento de notícias sobre times e partidas específicos, o Twitter lançou um portal sobre o evento. A página traz um design inteligente, exibindo as partidas que estão prestes a acontecer e os tweets mais interessantes (determinados pelo algoritmo do microblog). Com um clique na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Copa do Mundo 2010 começou hoje e, com o objetivo facilitar o acompanhamento de notícias sobre times e partidas específicos, o Twitter <a href="http://blog.twitter.com/2010/06/develop-game-build-better-future.html">lançou</a> um portal sobre o evento.</p>
<p>A <a href="http://twitter.com/worldcup/worldcup">página</a> traz um design inteligente, exibindo as partidas que estão prestes a acontecer e os tweets mais interessantes (determinados pelo algoritmo do microblog).</p>
<p>Com um clique na bandeira de um país, é possível visualizar um streaming de tweets sobre ele, além das partidas que ele vai fazer.</p>
<p>A rede social também filtra os tweets por hashtags, como #fifa, e um país com uma abreviação de três letras &#8211; no caso do Brasil, #bra, o que pode facilitar o acompanhamento de uma partida ao vivo.</p>
<p><em>Com informações de <a href="http://mashable.com/2010/06/11/twitter-world-cup-2010/">Mashable</a></em></p>
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		<title>Como mensurar a imagem da sua empresa nas redes sociais?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 14:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade e Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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		<description><![CDATA[Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação? Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação?</h2>
<p>Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, firmar contatos profissionais e, por que não, aproximar totais desconhecidos para compartilhar informações, trocar experiências e descobrir afinidades.</p>
<p>Trata-se de uma verdadeira febre online que tem despertado a atenção das empresas. Além de demarcar terreno nas redes sociais, as companhias buscam saber sobre o que falam dela nesses ambientes. No entanto, muitos empresários ainda têm dúvidas quando o assunto é a relevância dessas redes de relacionamento como meio de comunicação para os negócios e neste ponto as certezas cedem espaço para interrogações. Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação?</p>
<p>Nem sempre, porém, esses valores absolutos podem ser relacionados diretamente ao impacto desejado aos negócios. Não foi criada ainda uma fórmula mágica ou selo de garantia que comprove a eficácia de uma iniciativa ou outra nas mídias sociais. Para obter respostas e saber se a sua empresa está atingindo o retorno desejado na rede, antes de observar os números que validam e qualificam o retorno das páginas de relacionamento, é necessário fazer as perguntas certas. A primeira delas e a mais fundamental: qual é o seu objetivo? Vender mais? Conquistar novos clientes? Ganhar fama? Divulgar a sua marca?</p>
<p><strong>Mensuração qualitativa deve prevalecer</strong></p>
<p>O desafio está, portanto, em avaliar o retorno das páginas de relacionamentopara fins comerciais. Como em qualquer plano de negócio que se preze, é necessário ter clareza das metas que se pretende atingir com as atividades na Internet. O passo seguinte é entender que uma coisa é gerar o chamado buzz (barulho), outra bem diferente é ele ser revertido em favor dos seus negócios. Trocando em miúdos, quantidade não é sinônimo de qualidade. E é aí que o bom senso deve prevalecer. A dificuldade em mensurar o impacto nas redes sociais é tentar entender e quantificar o intangível: o sentimento das pessoas que estão do outro lado da tela.</p>
<p>Medir corretamente o &#8220;sucesso&#8221; nas mídias sociais pode se transformar em uma grande arma para o crescimento da empresa, tanto no mundo virtual quanto no real. A missão não é simples, mas o uso de algumas ferramentas gratuitas de medição, aliadas ao entendimento dos seus objetivos e metas de negócios podem ajudar a cumprir a tarefa:<br />
<strong><br />
Credibilidade</strong>: no caso de blogs corporativos, vale registrar o endereço em motores de busca especiais de mídia social para ver o resultado em um ranking para termos específicos. O Technorati, por exemplo, serve como ferramenta para monitorar a pontuação da página. Basicamente, ela mede o número de diferentes blogs que fizeram link para a página em um período de seis meses, a quantidade de fãs e a classificação do seu blog. Tenha em mente que é necessário combinar estes números com alguma pesquisa qualitativa, respondendo a perguntas como: Quais blogs estão ligados ao meu? Eles são os blogs que seu público-alvo lê e respeita? Leitores se identificam com o blogger como &#8220;alguém que é como eu&#8221;?</p>
<p>Além do Technorati, ferramentas de busca verticais como Google Blog Search eFeedster, entre outras, acompanham a movimentação na web em tempo real a partirda indexação de conteúdos gerados pelos consumidores. Estes motores de busca muitas vezes permitem que você assine um feed dos seus resultados de pesquisa e colete os resultados diários, o que facilita a análise e avaliação do que está ou não funcionando na sua estratégia.<br />
<strong><br />
Dar para receber: </strong>no mundo das mídias sociais, vale a velha máxima. Nãovalorize tanto os números, mas sim o perfil do público com o qual está serelacionando nas redes sociais. Dados comportamentais são um verdadeiro tesouropara quem fornece produtos e/ou serviços.</p>
<p>Ferramentas como o Delicious monitoram o número de links que levam ao seu blog,tags e notas. Através desses medidores é possível ver quantas pessoas marcaramo conteúdo, quando o fizeram, e os comentários que foram publicados. Os botõesAddThis Social Bookmarking também fornecem estatísticas sobre quantas vezes oseu conteúdo é marcado por ferramenta, podendo inclusive configurá-los deacordo com seus focos.</p>
<p>A partir dos resultados nos buscadores, é possível descobrir uma boa amostragemdo que está sendo comentado sobre a sua empresa fora do seu próprio ambienteonline. Há menções sobre a sua marca em outras comunidades, blogs e demaisredes sociais? O que está sendo comentado? Esta é a chave para saber&#8221;quem&#8221; acompanha suas ações na internet e &#8220;o quê&#8221; elesbuscam.<br />
<strong><br />
Microblog como ferramenta competitiva: </strong>vedete do momento, mais e mais empresas estão monitorando as conversas dos microbloggers no Twitter para pegar os relatórios de reclamações e/ou comentários positivos. Cada vez mais a tendência é responder a tweets sobre a empresa, seja lá qual for o motivo. Para saber o que está sendo comentado no Twitter sobre a sua marca, produtos e outros temas corporativos de interesse vale conectar os termos de pesquisa no mecanismo de busca do Twitter e monitorar os resultados. Só assim você saberá o que está sendo mencionado sobre a empresa e se são comentários pertinentes ou não.<br />
<strong><br />
É tudo uma questão de sentimento: </strong>de nada vale a presença online da empresa, se o público-alvo não participa ativamente deste relacionamento. Um dos velhos padrões de medição do sucesso de um site eram os page views, mas isso é inadequado quando tratamos de mídias sociais. Nelas a palavra de ordem é avaliar como os usuários estão interagindo com as páginas da empresa. Veja quantas pessoas estão fazendo o seguinte: deixam rapidamente a página x, permanecem por um bom tempo navegando; registram seus comentários; tagging; indicam e fazem marcações para a página; blogam sobre a empresa e/ou retuitando seus assuntos; geram links para a empresa.</p>
<p>Afinal,de que adianta um grande número de cliques diários no blog, um monte de rostinhos nos grupos e comunidades da empresa e milhares de seguidores no Twitter se não há participação ativa desse público? Todas as pessoas gostam de se sentir percebidas e no ambiente online não é diferente.&#8221;Conversar&#8221; é razão de ser das redes sociais.</p>
<p>Texto original por <strong>Luiz Alberto Ferla</strong>, www.administradores.com.br<br />
<em> *Luiz Alberto Ferla, administrador e engenheiro pós-graduado em planejamento estratégico, é CEO Talk Interactive &#8211; de relacionamento digital.</em></p>
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		<title>Publicidade na web é a mais influente nas compras</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 14:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao <strong>iG</strong>, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.</p>
<div>
<div>
<p>Mais de 45% dos consumidores são influenciados por anúncios na internet</p>
</div>
</div>
<p>Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.</p>
<p>O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 50% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.</p>
<p>Segundo ele, o poder da publicidade online sobre os consumidores é enorme e pode ser explicado pela interatividade e dinamismo que o ambiente virtual propicia às pessoas. “Na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio ”, diz. “Além da interatividade, o Brasil atualmente tem cerca de 45 milhões de pessoas que utilizam a internet regularmente. Muitas vezes, elas passam mais tempo na frente do computador do que da TV”.</p>
<p>Coutinho, no entanto, não desmerece a TV e os outros meios para a veiculação de campanhas publicitárias. Em 2009, mais de 60% dos investimentos do setor foram destinados para as TVs &#8211; para a internet, foram 4,3%. “Não acredito que a internet acabará com as propagandas em TVs, jornais e revista, mas ela se tornará cada vez mais atuante nesse segmento”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa, batizada de “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, faz parte de um estudo sobre tendências de consumo e será apresentada no início do próximo mês pela ESPM.</p>
<div>
<p><script src="http://images.ig.com.br/graficos/js/swfobject.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="graficoGrande">
<h3>Consumo</h3>
<p>Anúncio na internet tem mais influência que TV*</p>
<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/grafico_influencia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-517" title="grafico_influencia" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/grafico_influencia.jpg" alt="" width="618" height="506" /></a></p>
<p>Noticia:  veiculada no <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/publicidade+na+web+e+a+mais+influente+nas+compras/n1237635349567.html">IG Economia</a></p>
</div>
</div>
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		<title>Cielo irá credenciar Mastercard a partir de 1º de julho</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 14:44:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Cielo (ex-VisaNet) já está fazendo mudanças operacionais para iniciar o credenciamento para a Mastercard a partir de 1º de julho, quando deixará de ser a credenciadora exclusiva da Visa. O presidente da companhia, Rômulo de Mello Dias, lembra que, para operar com uma bandeira do porte da Mastercard, é necessário fazer uma série de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cielo (ex-VisaNet) já está fazendo mudanças operacionais para iniciar o credenciamento para a Mastercard a partir de 1º de julho, quando deixará de ser a credenciadora exclusiva da Visa. O presidente da companhia, Rômulo de Mello Dias, lembra que, para operar com uma bandeira do porte da Mastercard, é necessário fazer uma série de modificações nos sistemas. &#8220;As credenciadoras que passarem a trabalhar com a Visa vão passar por profundas transformações, e nós também teremos que fazer o mesmo para conseguir capturar as operações da Mastercard&#8221;, disse hoje, em teleconferência a jornalistas.</p>
<p>Até o final de junho, a Cielo será credenciadora exclusiva da Visa. A partir dessa data, poderá trabalhar com outras bandeiras, da mesma forma que a Visa fica liberada a dar licença para que outras empresas façam o credenciamento dos estabelecimentos comerciais interessados em trabalhar com a bandeira.</p>
<p>Segundo Rômulo, a Cielo irá se tornar uma credenciadora multibandeira, e para isso quer aceitar também os cartões da American Express, bandeiras regionais e de empresas presentes apenas no exterior. Nesse último caso, a ideia é permitir que os estrangeiros portadores desses cartões possam utilizá-los em viagens ao Brasil.</p>
<p>Hoje, a principal concorrente da Cielo é a Redecard, mas outras empresas devem entrar no mercado de credenciamento de cartões.  Santander e GetNet anunciaram uma parceria para fazer o credenciamento inicialmente da Mastercard a partir do primeiro semestre de 2010, mas que depois será estendido a outras bandeiras.</p>
<p>Mesmo nesse cenário de maior concorrência, o executivo acredita que a Cielo tem condições de manter a liderança. Hoje, a empresa tem 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados; foram 380 mil só em 2009. Para manter os atuais estabelecimentos comerciais e conquistar novos, o executivo aposta que a distribuição física fará a diferença. &#8220;A distribuição e a presença física serão fundamentais nesse novo cenário&#8221;, disse. Para isso, a Cielo pretende contar com a contribuição do Banco do Brasil e Bradesco, que possuem as maiores redes de agências bancárias no Brasil e que são os dois principais controladores da Cielo.</p>
<p>De acordo com o executivo, cerca de 25% dos novos credenciados em 2009 foram conquistados a partir das vendas pela equipe comercial da própria empresa. A maior parte (75%) é proveniente de parcerias com diversos bancos. Para as instituições financeiras, o interesse em fechar esse tipo de acordo é manter em seu caixa os recursos dos cartões de débito e crédito das empresas credenciadas.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/cielo-ira-credenciar-mastercard-partir-1o-julho-531409.html" target="_blank">Portal Exame</a></p>
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		<title>E-mail Marketing: Como calcular o ROI &#8211; retorno de investimento?</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/04/01/e-mail-marketing-como-calcular-o-roi-retorno-de-investimento/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 15:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[email marketing]]></category>
		<category><![CDATA[ROI]]></category>

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		<description><![CDATA[Como calcular o ROI do e-mail marketing? (ROI &#8211; retorno de investimento) E-mail marketing não é gratuito. É uma mídia, como outra qualquer, que exige investimentos para trazer o retorno desejado. Porém, o retorno gerado pelo e-mail marketing deve justificar seu custo, e muitas empresas acabam dedicando muito de seu tempo e de seus criativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/lgmail.jpg"><img class="size-full wp-image-496  alignleft" title="lgmail" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/lgmail.jpg" alt="" width="203" height="125" /></a>Como calcular o ROI do e-mail marketing? (ROI &#8211; retorno de   investimento)</p>
<p>E-mail marketing não é gratuito. É uma mídia, como outra qualquer,   que exige investimentos para trazer o retorno desejado. Porém, o retorno   gerado pelo e-mail marketing deve justificar seu custo, e muitas   empresas acabam dedicando muito de seu tempo e de seus criativos para   criar campanhas que têm um custo muito maior do que o retorno.</p>
<p>E, afinal, como calcular este retorno?</p>
<p>Ao contrário do que muitos podem pensar, calcular o ROI (Return on   Investment) de qualquer campanha, inclusive de e-mail marketing, é   simples. Basta utilizar a seguinte fórmula para obter o valor   percentual:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/email-mkt-roi.jpg"><img class="aligncenter" title="email-mkt-roi" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/email-mkt-roi.jpg" alt="" width="507" height="66" /></a></p>
<p>Caso o modelo de negócios do site não seja do tipo “loja virtual”,   que trabalhe com transações monetárias, é importante especificar um   valor fictício para cada tipo de conversão, como uma nova visita ao   site, um contato via formulário ou telefone etc. Certamente, um terá   mais peso que o outro.</p>
<p>Os custos que devem ser considerados como valor de investimento na   campanha dependem do tipo de negócio. A empresa que está investindo na   campanha de e-mail marketing pode calcular o valor do investimento de   acordo com o modelo de trabalho mais adequado para sua realidade:</p>
<p>1. Desenvolver toda a campanha in house, ou seja, ela própria cuida   de todos os processos. Neste modelo, além de custos externos (aluguel de   listas, plataforma de envio e o que mais for terceirizado) deve ser   mensurado o tempo das pessoas envolvidas em todo o processo, como, por   exemplo, o período que cada colaborador levou para realizar as suas   atividades. O valor/hora de cada profissional envolvido na campanha   também deve ser contabilizado nos cálculos do investimento.</p>
<p>2. Contratar uma agência, que fornece um valor fechado com todas as   etapas inclusas: desde o planejamento até o aluguel de listas ou bases   de dados, o design do e-mail, programação etc. Neste caso, o valor total   cobrado pela agência para cuidar da campanha já é o valor do   investimento.</p>
<p>Como as campanhas variam muito de acordo com as necessidades e   expectativas de cada cliente, os custos podem variar.</p>
<p>Num <strong>exemplo prático</strong>, vamos supor que uma campanha de  e-mail  marketing de uma loja virtual tenha exigido um investimento  total de  R$1.000,00, entre aquisição de listas, plataforma de envio,  design etc.  Essa campanha gerou 20 conversões em compras de produtos no  site. Cada  compra foi de R$ 150,00. O valor total de conversões foi,  portanto, de  20 x R$ 150,00 = R$ 3.000,00. Como o valor investido foi de  R$  1.000,00, temos um ROI de (R$ 3.000,00 &#8211; R$ 1.000,00) / R$1.000,00 =  2<br />
2 * 100 = 200%.</p>
<p>Assim, nossa campanha fictícia teve um excelente retorno de 200%.<br />
Ou podemos pensar, também, que cada uma das conversões (20) custaram   R$50,00.</p>
<p>Nesse caso, o ROI começa a ser calculado desde a concepção da idéia,   na fase do planejamento de uma ação. É possível mensurar o tempo das   pessoas envolvidas em todo o processo como, por exemplo, o período que   cada colaborador leva para realizar as suas atividades.</p>
<p>Dá para sofisticar bem o modelo, mas o exemplo acima já dá uma idéia   de como trabalhar com o ROI!</p>
<p><a href="http://www.yl3d.com/?sessao=solucoes#mktdigital" target="_self">Conheça nossos planos para a solução de e-mail marketing.</a></p>
<p>Fonte: Virtual  Target</p>
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		<title>E-commerce nas PME`s: o que fazer para não quebrar?</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/03/22/e-commerce-nas-pmes-o-que-fazer-para-nao-quebrar/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais movimentadas do ano. De olho nesses dados, empresas se movimentam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ecommerce.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-493" title="ecommerce" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ecommerce.jpg" alt="" width="500" height="361" /></a></p>
<p>Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados  otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o  e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$  1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais  movimentadas do ano.</p>
<p>De olho nesses dados, empresas se  movimentam e investem cada vez mais em um mar de oportunidades  proporcionado pelos recursos infindáveis da venda online. A internet é  um mundo sem limites, isso virou jargão, mas é fato consumado. E, como  em todo negócio, seja ele físico ou disposto no ambiente virtual, se não  for bem planejado e acompanhar as tendências para ganho de  competitividade, ele morre ou, naturalmente, fica pra trás. Ter uma loja  virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em  tempos onde a mudança, no universo online, é mais rápida que no &#8220;mundo  real&#8221;.</p>
<p>Este artigo tem o propósito de ilustrar por que alguns dos  pequenos varejistas virtuais quebram no início e o que fazer para mudar  esse cenário, com ideias para fazer valer o investimento. O primeiro  passo é o planejamento, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de  concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas,  além de muito, muito trabalho e dedicação.</p>
<h4>Fatores do fracasso no e-commerce</h4>
<p>Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados  no e-commerce são:</p>
<ul>
<li>Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta  de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais  do mercado;</li>
<li>Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo  preço;</li>
<li>Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a  viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As  perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Esse produto já está  saturado na web? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio  para venda na internet?</li>
<li>Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que  acabam não sendo fidelizados;</li>
<li>Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.</li>
</ul>
<h4>Ideias para se manter e crescer no e-commerce</h4>
<p>Abaixo listo os principais pontos que suprem os desafios a serem  superados, mencionados nos itens anteriores.</p>
<p><strong>Marketing  Digital e Redes Sociais no e-commerce</strong></p>
<p>O plano de  marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu  investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando  a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores.  Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de  compra.</p>
<p>Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços  estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing,  personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em  vendas no e-commerce. Porém, isso não é regra, há uma necessidade  eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são  mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então  aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).</p>
<p>Nesse caso,  também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que  todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais  inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não  se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.</p>
<p><strong>Tecnologia  adequada ao e-commerce</strong></p>
<p>Em relação ao investimento em  tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que,  acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja inferior.  Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio  demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado  que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A  plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de  análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.</p>
<p><strong>Concorrência,  atendimento e fidelização no e-commerce</strong></p>
<p>Na análise de  concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam  fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.</p>
<p>Para  fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A  partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca)  aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência  baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento  for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.</p>
<p>Se  você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de  e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo na mão: a  garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter  um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do  mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir  comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto cuja marca já  conhece no ambiente off line.</p>
<p>Antes de tomar qualquer decisão  relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas  atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é  essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma  consultoria ou contratação.</p>
<p>O e-commerce exige tecnologia,  agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil  do target. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor  precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce</p>
<p>Fonte: iMasters</p>
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		<title>Encurtadores de URLs deixam web mais lenta</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/03/18/encurtadores-de-urls-deixam-web-mais-lenta/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com um estudo da startup holandesa WatchMouse, os encurtadores de URLs deixam a web mais lenta. A metodologia usada pela empresa foi a seguinte: os 14 encurtadores URLs analisados foram verificados a cada cinco minutos, a partir de diversas estações da startup em todo o mundo, considerando apenas o tempo de redirecionamento. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um <a href="http://blog.watchmouse.com/2010/03/url-shorteners-make-the-web-substantially-slower-facebooks-fb-me-is-slowest/">estudo</a> da startup holandesa <a href="http://www.watchmouse.com/pt/">WatchMouse</a>, os  encurtadores de URLs deixam a web mais lenta.</p>
<p>A metodologia usada  pela empresa foi a seguinte: os 14 encurtadores URLs analisados foram  verificados a cada cinco minutos, a partir de diversas estações da  startup em todo o mundo, considerando apenas o tempo de  redirecionamento.</p>
<p>O estudo apontou que, de modo geral, os  encurtadores aumentam o tempo de carregamento de uma página em pouco  menos de um segundo. Apesar de parecer pouco, esses valores, antes  imperceptíveis, passam a fazer a diferença diante de conexões cada vez  mais rápidas, e o tempo de acesso tende a ficar mais lento que o de  carregamento em si.</p>
<p>Entre os destaques positivos estão os  encurtadores do Google, goo.gl e youtu.be, que foram os mais rápidos,  gastando menos de 1/3 de segundo para levar o usuário ao destino  desejado. O destaque negativo fica por conta do fb.me, do Facebook, que  demora dois segundos para fazer o mesmo trabalho.</p>
<p>A WatchMouse  lançou um portal de acompanhamento de encurtadores de URLs, chamado de <a href="http://url-shorteners.public-website-status.com/">URL  Shorteners Public Website Status</a>.</p>
<p><em>Por:<a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/16264/tecnologia/encurtadores_de_urls_deixam_web_mais_lenta/" target="_blank"> iMaster´s</a><br />
<em>Com informações de <a href="http://meiobit.com/meio-bit/encurtadores-de-urls-deixam-a-web-mais-lenta">Meio Bit</a></em></em></p>
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		<title>E-commerce brasileiro cresce 27% em 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 16:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 11 bilhões em 2009, registrando um crescimento de 27% em relação ao ano anterior, mas o calote virtual ainda emperra o crescimento desse mercado. Conforme dados da Microsofty, o Brasil é o 4º país com o maior índice de infestação de vírus e programas que roubam senhas de cartões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 11 bilhões em 2009, registrando um crescimento de 27% em relação ao ano anterior, mas o calote virtual ainda emperra o crescimento desse mercado. Conforme dados da Microsofty, o Brasil é o 4º país com o maior índice de infestação de vírus e programas que roubam senhas de cartões de crédito e de contas bancárias, assim como dados de CPF e RG. Levantamento da Cybersource, empresa especializada em pagamentos pela internet, revelou que, só em 2008, as fraudes virtuais representaram 4 bilhões de dólares no mundo.</p>
<p>O &#8220;Índice de Confiança do e-consumidor&#8221;, um estudo desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), registrou aprovação de 86,71% dos e-consumidores em novembro. O índice manteve-se regular durante todo o ano, com números sempre superiores a 85%.</p>
<p>Atualmente, mesmo com 97% das empresas brasileiras possuindo site na internet, ainda é pequeno o percentual daquelas que utilizam a rede para gerar oportunidades de negócios e incrementar o lucro. Em 1982, existiam somente 415 sites no mundo e, hoje, são 174 milhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram na internet pela primeira vez.  De acordo com o Ibope Nielsen Online, 64,8 milhões de brasileiros acessam a internet.</p>
<p>Cerca de 75% dos brasileiros que navegam pela internet  estão nas classes C, D e E e 61% dos que compram online costumam conferir os produtos em lojas físicas, antes de fecharem a transação pela rede. O Brasil lidera o ranking mundial de países com maior tempo médio de navegação, com uma média geral em torno de 43 horas e 51 minutos, dado referente a outubro do ano passado.<br />
Os  livros e assinaturas de revistas e jornais lideram as vendas em quantidade de pedidos, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos e eletrônicos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/16041/ecommerce/e-commerce_brasileiro_cresce_27_em_2009/" target="_blank">IMasters</a></p>
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