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	<title>yl3d Design - Blog &#187; Notícias</title>
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	<description>Uma soma de soluções, de situações, de momentos e resultados.</description>
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		<title>Brasil é líder em ranking de comércio online na América Latina, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008. De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008.</h2>
<p>De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 ocupando o primeiro lugar no ranking latino-americano em volume de vendas eletrônicas. O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008.</p>
<p>No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões e pela China, com US$ 36,9 bilhões.</p>
<p>O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, o dobro do valor apresentado em 2004. Desse total, 82,3% das vendas se concentraram nos países desenvolvidos. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. Dos 41 países analisados, 16 superam a proporção de 1%: Coréia (1,63%), Hong Kong (1,45%) e Hungria (1,39%) são os três países com índices mais elevados.</p>
<p>&#8220;O comércio eletrônico está em rápida expansão em todo o mundo. Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. Pelo contrário, as vendas mundiais, em dólares, aumentaram 4,5%, com destaque para os países do BRICIT, onde o aumento foi de 15,8%, e na América Latina, que registrou um aumento de 10%&#8221;, analisa Teodoro López, presidente da everis Brasil.</p>
<p>O estudo também compara o volume de vendas eletrônicas anuais, em dólares, com o número de habitantes de cada país. Do grupo estudado, apenas quatro países apresentaram decréscimo no valor movimentado pelas vendas online: Coréia, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela everis, em parceria com a IESE Escola de Negócios. O objetivo deste estudo é apresentar, de maneira sucinta, o crescimento do comércio eletrônico em 41 países de todos os continentes e com todos os níveis de desenvolvimento.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/brasil-e-lider-em-ranking-de-comercio-online-na-america-latina-aponta-estudo/34463/">Portal Administradores</a><br />
</strong></p>
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		<title>Publicidade na web é a mais influente nas compras</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/05/26/publicidade-na-web-e-a-mais-influente-nas-compras/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 14:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao <strong>iG</strong>, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.</p>
<div>
<div>
<p>Mais de 45% dos consumidores são influenciados por anúncios na internet</p>
</div>
</div>
<p>Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.</p>
<p>O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 50% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.</p>
<p>Segundo ele, o poder da publicidade online sobre os consumidores é enorme e pode ser explicado pela interatividade e dinamismo que o ambiente virtual propicia às pessoas. “Na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio ”, diz. “Além da interatividade, o Brasil atualmente tem cerca de 45 milhões de pessoas que utilizam a internet regularmente. Muitas vezes, elas passam mais tempo na frente do computador do que da TV”.</p>
<p>Coutinho, no entanto, não desmerece a TV e os outros meios para a veiculação de campanhas publicitárias. Em 2009, mais de 60% dos investimentos do setor foram destinados para as TVs &#8211; para a internet, foram 4,3%. “Não acredito que a internet acabará com as propagandas em TVs, jornais e revista, mas ela se tornará cada vez mais atuante nesse segmento”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa, batizada de “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, faz parte de um estudo sobre tendências de consumo e será apresentada no início do próximo mês pela ESPM.</p>
<div>
<p><script src="http://images.ig.com.br/graficos/js/swfobject.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="graficoGrande">
<h3>Consumo</h3>
<p>Anúncio na internet tem mais influência que TV*</p>
<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/grafico_influencia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-517" title="grafico_influencia" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/grafico_influencia.jpg" alt="" width="618" height="506" /></a></p>
<p>Noticia:  veiculada no <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/publicidade+na+web+e+a+mais+influente+nas+compras/n1237635349567.html">IG Economia</a></p>
</div>
</div>
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		<title>E-mail Marketing: Como calcular o ROI &#8211; retorno de investimento?</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/04/01/e-mail-marketing-como-calcular-o-roi-retorno-de-investimento/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 15:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[email marketing]]></category>
		<category><![CDATA[ROI]]></category>

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		<description><![CDATA[Como calcular o ROI do e-mail marketing? (ROI &#8211; retorno de investimento) E-mail marketing não é gratuito. É uma mídia, como outra qualquer, que exige investimentos para trazer o retorno desejado. Porém, o retorno gerado pelo e-mail marketing deve justificar seu custo, e muitas empresas acabam dedicando muito de seu tempo e de seus criativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/lgmail.jpg"><img class="size-full wp-image-496  alignleft" title="lgmail" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/lgmail.jpg" alt="" width="203" height="125" /></a>Como calcular o ROI do e-mail marketing? (ROI &#8211; retorno de   investimento)</p>
<p>E-mail marketing não é gratuito. É uma mídia, como outra qualquer,   que exige investimentos para trazer o retorno desejado. Porém, o retorno   gerado pelo e-mail marketing deve justificar seu custo, e muitas   empresas acabam dedicando muito de seu tempo e de seus criativos para   criar campanhas que têm um custo muito maior do que o retorno.</p>
<p>E, afinal, como calcular este retorno?</p>
<p>Ao contrário do que muitos podem pensar, calcular o ROI (Return on   Investment) de qualquer campanha, inclusive de e-mail marketing, é   simples. Basta utilizar a seguinte fórmula para obter o valor   percentual:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/email-mkt-roi.jpg"><img class="aligncenter" title="email-mkt-roi" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/email-mkt-roi.jpg" alt="" width="507" height="66" /></a></p>
<p>Caso o modelo de negócios do site não seja do tipo “loja virtual”,   que trabalhe com transações monetárias, é importante especificar um   valor fictício para cada tipo de conversão, como uma nova visita ao   site, um contato via formulário ou telefone etc. Certamente, um terá   mais peso que o outro.</p>
<p>Os custos que devem ser considerados como valor de investimento na   campanha dependem do tipo de negócio. A empresa que está investindo na   campanha de e-mail marketing pode calcular o valor do investimento de   acordo com o modelo de trabalho mais adequado para sua realidade:</p>
<p>1. Desenvolver toda a campanha in house, ou seja, ela própria cuida   de todos os processos. Neste modelo, além de custos externos (aluguel de   listas, plataforma de envio e o que mais for terceirizado) deve ser   mensurado o tempo das pessoas envolvidas em todo o processo, como, por   exemplo, o período que cada colaborador levou para realizar as suas   atividades. O valor/hora de cada profissional envolvido na campanha   também deve ser contabilizado nos cálculos do investimento.</p>
<p>2. Contratar uma agência, que fornece um valor fechado com todas as   etapas inclusas: desde o planejamento até o aluguel de listas ou bases   de dados, o design do e-mail, programação etc. Neste caso, o valor total   cobrado pela agência para cuidar da campanha já é o valor do   investimento.</p>
<p>Como as campanhas variam muito de acordo com as necessidades e   expectativas de cada cliente, os custos podem variar.</p>
<p>Num <strong>exemplo prático</strong>, vamos supor que uma campanha de  e-mail  marketing de uma loja virtual tenha exigido um investimento  total de  R$1.000,00, entre aquisição de listas, plataforma de envio,  design etc.  Essa campanha gerou 20 conversões em compras de produtos no  site. Cada  compra foi de R$ 150,00. O valor total de conversões foi,  portanto, de  20 x R$ 150,00 = R$ 3.000,00. Como o valor investido foi de  R$  1.000,00, temos um ROI de (R$ 3.000,00 &#8211; R$ 1.000,00) / R$1.000,00 =  2<br />
2 * 100 = 200%.</p>
<p>Assim, nossa campanha fictícia teve um excelente retorno de 200%.<br />
Ou podemos pensar, também, que cada uma das conversões (20) custaram   R$50,00.</p>
<p>Nesse caso, o ROI começa a ser calculado desde a concepção da idéia,   na fase do planejamento de uma ação. É possível mensurar o tempo das   pessoas envolvidas em todo o processo como, por exemplo, o período que   cada colaborador leva para realizar as suas atividades.</p>
<p>Dá para sofisticar bem o modelo, mas o exemplo acima já dá uma idéia   de como trabalhar com o ROI!</p>
<p><a href="http://www.yl3d.com/?sessao=solucoes#mktdigital" target="_self">Conheça nossos planos para a solução de e-mail marketing.</a></p>
<p>Fonte: Virtual  Target</p>
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		<title>E-commerce nas PME`s: o que fazer para não quebrar?</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/03/22/e-commerce-nas-pmes-o-que-fazer-para-nao-quebrar/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais movimentadas do ano. De olho nesses dados, empresas se movimentam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ecommerce.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-493" title="ecommerce" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ecommerce.jpg" alt="" width="500" height="361" /></a></p>
<p>Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados  otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit. Em 2009, o  e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$  1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal, uma das épocas mais  movimentadas do ano.</p>
<p>De olho nesses dados, empresas se  movimentam e investem cada vez mais em um mar de oportunidades  proporcionado pelos recursos infindáveis da venda online. A internet é  um mundo sem limites, isso virou jargão, mas é fato consumado. E, como  em todo negócio, seja ele físico ou disposto no ambiente virtual, se não  for bem planejado e acompanhar as tendências para ganho de  competitividade, ele morre ou, naturalmente, fica pra trás. Ter uma loja  virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em  tempos onde a mudança, no universo online, é mais rápida que no &#8220;mundo  real&#8221;.</p>
<p>Este artigo tem o propósito de ilustrar por que alguns dos  pequenos varejistas virtuais quebram no início e o que fazer para mudar  esse cenário, com ideias para fazer valer o investimento. O primeiro  passo é o planejamento, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de  concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas,  além de muito, muito trabalho e dedicação.</p>
<h4>Fatores do fracasso no e-commerce</h4>
<p>Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados  no e-commerce são:</p>
<ul>
<li>Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta  de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais  do mercado;</li>
<li>Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo  preço;</li>
<li>Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a  viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As  perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Esse produto já está  saturado na web? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio  para venda na internet?</li>
<li>Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que  acabam não sendo fidelizados;</li>
<li>Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.</li>
</ul>
<h4>Ideias para se manter e crescer no e-commerce</h4>
<p>Abaixo listo os principais pontos que suprem os desafios a serem  superados, mencionados nos itens anteriores.</p>
<p><strong>Marketing  Digital e Redes Sociais no e-commerce</strong></p>
<p>O plano de  marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu  investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando  a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores.  Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de  compra.</p>
<p>Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços  estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing,  personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em  vendas no e-commerce. Porém, isso não é regra, há uma necessidade  eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são  mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então  aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).</p>
<p>Nesse caso,  também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que  todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais  inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não  se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.</p>
<p><strong>Tecnologia  adequada ao e-commerce</strong></p>
<p>Em relação ao investimento em  tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que,  acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja inferior.  Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio  demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado  que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A  plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de  análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.</p>
<p><strong>Concorrência,  atendimento e fidelização no e-commerce</strong></p>
<p>Na análise de  concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam  fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.</p>
<p>Para  fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A  partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca)  aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência  baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento  for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.</p>
<p>Se  você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de  e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo na mão: a  garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter  um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do  mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir  comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto cuja marca já  conhece no ambiente off line.</p>
<p>Antes de tomar qualquer decisão  relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas  atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é  essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma  consultoria ou contratação.</p>
<p>O e-commerce exige tecnologia,  agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil  do target. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor  precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce</p>
<p>Fonte: iMasters</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Encurtadores de URLs deixam web mais lenta</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/03/18/encurtadores-de-urls-deixam-web-mais-lenta/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com um estudo da startup holandesa WatchMouse, os encurtadores de URLs deixam a web mais lenta. A metodologia usada pela empresa foi a seguinte: os 14 encurtadores URLs analisados foram verificados a cada cinco minutos, a partir de diversas estações da startup em todo o mundo, considerando apenas o tempo de redirecionamento. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um <a href="http://blog.watchmouse.com/2010/03/url-shorteners-make-the-web-substantially-slower-facebooks-fb-me-is-slowest/">estudo</a> da startup holandesa <a href="http://www.watchmouse.com/pt/">WatchMouse</a>, os  encurtadores de URLs deixam a web mais lenta.</p>
<p>A metodologia usada  pela empresa foi a seguinte: os 14 encurtadores URLs analisados foram  verificados a cada cinco minutos, a partir de diversas estações da  startup em todo o mundo, considerando apenas o tempo de  redirecionamento.</p>
<p>O estudo apontou que, de modo geral, os  encurtadores aumentam o tempo de carregamento de uma página em pouco  menos de um segundo. Apesar de parecer pouco, esses valores, antes  imperceptíveis, passam a fazer a diferença diante de conexões cada vez  mais rápidas, e o tempo de acesso tende a ficar mais lento que o de  carregamento em si.</p>
<p>Entre os destaques positivos estão os  encurtadores do Google, goo.gl e youtu.be, que foram os mais rápidos,  gastando menos de 1/3 de segundo para levar o usuário ao destino  desejado. O destaque negativo fica por conta do fb.me, do Facebook, que  demora dois segundos para fazer o mesmo trabalho.</p>
<p>A WatchMouse  lançou um portal de acompanhamento de encurtadores de URLs, chamado de <a href="http://url-shorteners.public-website-status.com/">URL  Shorteners Public Website Status</a>.</p>
<p><em>Por:<a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/16264/tecnologia/encurtadores_de_urls_deixam_web_mais_lenta/" target="_blank"> iMaster´s</a><br />
<em>Com informações de <a href="http://meiobit.com/meio-bit/encurtadores-de-urls-deixam-a-web-mais-lenta">Meio Bit</a></em></em></p>
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		<title>E-commerce brasileiro cresce 27% em 2009</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/03/01/e-commerce-brasileiro-cresce-27-em-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 16:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 11 bilhões em 2009, registrando um crescimento de 27% em relação ao ano anterior, mas o calote virtual ainda emperra o crescimento desse mercado. Conforme dados da Microsofty, o Brasil é o 4º país com o maior índice de infestação de vírus e programas que roubam senhas de cartões de crédito e de contas bancárias, assim como dados de CPF e RG. Levantamento da Cybersource, empresa especializada em pagamentos pela internet, revelou que, só em 2008, as fraudes virtuais representaram 4 bilhões de dólares no mundo.</p>
<p>O &#8220;Índice de Confiança do e-consumidor&#8221;, um estudo desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), registrou aprovação de 86,71% dos e-consumidores em novembro. O índice manteve-se regular durante todo o ano, com números sempre superiores a 85%.</p>
<p>Atualmente, mesmo com 97% das empresas brasileiras possuindo site na internet, ainda é pequeno o percentual daquelas que utilizam a rede para gerar oportunidades de negócios e incrementar o lucro. Em 1982, existiam somente 415 sites no mundo e, hoje, são 174 milhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram na internet pela primeira vez.  De acordo com o Ibope Nielsen Online, 64,8 milhões de brasileiros acessam a internet.</p>
<p>Cerca de 75% dos brasileiros que navegam pela internet  estão nas classes C, D e E e 61% dos que compram online costumam conferir os produtos em lojas físicas, antes de fecharem a transação pela rede. O Brasil lidera o ranking mundial de países com maior tempo médio de navegação, com uma média geral em torno de 43 horas e 51 minutos, dado referente a outubro do ano passado.<br />
Os  livros e assinaturas de revistas e jornais lideram as vendas em quantidade de pedidos, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos e eletrônicos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/16041/ecommerce/e-commerce_brasileiro_cresce_27_em_2009/" target="_blank">IMasters</a></p>
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		<title>O que é email marketing?</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2010/02/19/o-que-e-email-marketing/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 19:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[email marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Consumidores de internet já conhecem bem o email marketing. Falam mal, acham “invasivo”, entram em blogs e fóruns de discussão e o confundem com o spam (mensagem eletrônica não solicitada, enviada em massa). Porém, esses mesmos consumidores de internet recebem, diariamente, newsletter do seu jornal diário predileto. Passam horas lendo notícias do seu assunto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consumidores de internet já conhecem bem o <strong>email marketing</strong>. Falam mal, acham “invasivo”, entram em blogs e fóruns de discussão e o confundem com o spam (mensagem eletrônica não solicitada, enviada em massa). Porém, esses mesmos consumidores de internet recebem, diariamente, newsletter do seu jornal diário predileto. Passam horas lendo notícias do seu assunto de interesse. Navegam em lojas virtuais, compram e recebem informativos semanais de ofertas. Compram essas ofertas. Recebem informações sobre pagamento, sobre cadastro, sobre eventos, etc, etc. E o que são esses emails que já fazem parte da rotina diária dessas pessoas? São emails marketing.</p>
<p>Quem trabalha com internet já sabe que o email marketing é uma mídia muito utilizada. Sabe-se que o recebimento e o envio de emails são as atividades mais realizadas pelos internautas, seguidas, de longe, pela leitura de notícias e por diversão. De acordo com estudo de comportamento de usuários realizado pelo <acronym title="Comitê Gestor de Internet no Brasil">CGI</acronym>, o email  é o principal motivo de acesso à internet. Logo o <strong>email marketing</strong> possui um alcance incomparável e não é possível imaginar empresas que não utilizem esse canal de comunicação pois é de extrema importância para o relacionamento com os clientes.</p>
<p>O  <strong>email marketing</strong> é uma das melhores estratégias de relacionamento existentes atualmente: permite segmentar, personalizar e mensurar os retornos com muita facilidade e precisão. É um dos maiores responsáveis pelo branding da marca: segundo pesquisa da Bredin Business Information (2007), 30% das empresas tiveram uma melhor imagem de um fornecedor através do <strong>email marketing</strong> que receberam. Porém, aliado ao seu baixo custo, também é uma ação de marketing tentadora para qualquer empresa, pois pode conseguir retorno imediato, uma válvula de escape para alcançar as metas mensais.<br />
Mas é justamente por essa atitude de profissionais despreparados que o spam ganha força. E esses profissionais não fariam <strong>email marketing</strong> “desesperadamente” se, de certa forma, não desse resultado. Logo temos o seguinte cenário:</p>
<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/email-marketing_retorno_positivo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-479" title="email marketing_retorno_positivo" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/email-marketing_retorno_positivo.jpg" alt="" width="599" height="317" /></a></p>
<p>Ao fazer <strong>email marketing</strong> sem nenhuma preocupação com o retorno geral, o mercado acaba criando uma legião de contatos que não desejam mais receber seus emails (por não fazerem parte do perfil ou não estarem em seu momento de compra). Muitas vezes esses emails são remetidos como spam: os contatos fazem isso para se defender de empresas sem ética que não respeitam seu desejo de saírem da lista e acabam remetendo diversos emails marketing como spam, o que prejudica a reputação de empresas sérias.</p>
<p>Claro que isso não aconteceria se todas as empresas trabalhassem eticamente. E por todo este trabalho não profissional, os provedores acabam criando novas e novas regras, sempre com o propósito de barrar emails marketing indesejados. Para que o mercado (contatos e provedores) se adeque a algumas normas do <strong>email marketing</strong> é preciso, primeiro, que as empresas passem a trabalhar dentro dessas normas.</p>
<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/provedores_email-marketing.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-480" title="provedores_email marketing" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/provedores_email-marketing.jpg" alt="" width="335" height="301" /></a></p>
<p>Este círculo vicioso acaba atrapalhando as empresas que tentam trabalhar direito: enviam <strong>email marketing</strong> para uma base de relacionamento ou opt-in e tentam integrá-lo com suas bases de dados, fazendo dele um braço do seu <a href="http://www.virtualtarget.com.br/glossario.php?inicial=C"><acronym title="Customer Relationship Management">CRM</acronym></a>. A “boa intenção” é um grande passo, mas ela não é auto-suficiente sem o conhecimento das técnicas.</p>
<p>Fonte: Virtual Target</p>
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		<title>Google anuncia que não dara mais suporte ao IE6</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 18:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Browser]]></category>
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		<description><![CDATA[A verdade é que todos que trabalham com web sabem o quão dificil é dar suporte ao Internet Explorer 6 e muitos ja o teriam excluido de suas vidas se não fosse a utilização por grande parte dos usuarios ainda. O que prende cerca de 18% de usuários (segundo o StatCounter) ainda são sites como do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/ie6trash.png"><img class="size-medium wp-image-473 alignleft" title="ie6trash" src="http://www.yl3d.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/ie6trash-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></a>A verdade é que todos que trabalham com web sabem o quão dificil é dar suporte ao Internet Explorer 6 e muitos ja o teriam excluido de suas vidas se não fosse a utilização por grande parte dos usuarios ainda.</p>
<p>O que prende cerca de 18% de usuários (segundo o <a href="http://gs.statcounter.com/#browser_version-ww-monthly-200901-201001-bar">StatCounter</a>) ainda são sites como do Detran e outros sites Governamentais.</p>
<p>Mas um bom começo para o fim do uso do IE 6 e outros navegadores antigos é que em 2010 é a Google vai apoiar ativamente essa causa.</p>
<p>Na ultima Sexta-feira (dia 29) o Google anunciou em seu <a href="http://googleenterprise.blogspot.com/2010/01/modern-browsers-for-modern-applications.html">blog</a>, que vai deixar de apoiar os navegadores mais antigos como o browser Internet Explorer 6.  Em seu post entitulado: <strong>Navegadores modernos para aplicações modernas. </strong>a Google anunciou que vai começar a eliminação progressiva com o Google Docs e Google Sites. Como resultado, você pode achar que a partir de 1 de março as funcionalidade desses produtos possam aparentar problemas, bem como novos recursos e Docs e Sites não funcionará corretamente em navegadores mais antigos.</p>
<p>Como muitos acredito que se a Google fizesse um bloqueio ao IE6, obrigando a todos atualizarem suas maquinas em 2 meses toda a internet estaria livre desta “praga” e todos os desenvolvedores poderiam voltar a trabalhar com mais tranquilidade sem perder tempo com detalhes especificos dos navegadores antigos.</p>
<p>É acho que daqui pouco tempo os códigos podem começar a ficar mais limpos e sem Fix para PNG´s entre outros.</p>
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		<title>Alerta sobre cobranca indevida</title>
		<link>http://www.yl3d.com/blog/2009/11/24/alerta-sobre-cobranca-indevida/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[boleto]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
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		<description><![CDATA[Este último mês recebemos alguns contatos de clientes nos questionando sobre um pagamento de anuidade de dominios de uma empresa registrar.com.br no valor de R$ 135,00. Esclarecemos que tal cobrança é uma fraude e não deve ser paga. Segue aviso emitido pelo NIC.br: Em razão de continuadas tentativas de iludir a boa-fé dos usuários do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este último mês recebemos alguns contatos de clientes nos questionando sobre um pagamento de anuidade de dominios de uma empresa registrar.com.br no valor de R$ 135,00. Esclarecemos que tal cobrança é uma fraude e não deve ser paga.<br />
Segue aviso emitido pelo NIC.br:</p>
<p>Em razão de continuadas tentativas de iludir a boa-fé dos usuários do Registro brasileiro, vimos alertar para que prestem atenção aos<br />
boletos recebidos que não sejam provenientes de seu provedor habitual de serviços DNS ou do próprio Registro brasileiro, sediado no NIC.br.</p>
<p>Ressaltamos que nosso boleto bancário para pagamento de registro e/ou manutenção de domínio tem o valor baseado em períodos anuais.</p>
<p>Os boletos emitidos pelo NIC .br possuem os seguintes dados:<br />
Cedente: NIC.br &#8211; CNPJ: 05.506.560/0001-36<br />
Banco: Santander Banespa no. 033-7<br />
Agência: 0105<br />
Conta: 1303201-4</p>
<p>O NIC .br está totalmente empenhado para que estas atividades sejam interrompidas. Todas as medidas legais possíveis de serem utilizadas<br />
até o momento estão sendo adotadas contra a(s) entidade(s) que vem efetuando estes abusos.</p>
<p>Caso necessitem de mais informações, a nossa equipe de atendimento está a sua disposição.</p>
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		<title>Nova referencial de valores da Adegraf</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 12:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu a atualização da tabela referencial de valores da Adegraf. Há dois anos sem alterações, novas categorias foram incluídas na nova versão e os valores foram reajustados considerando itens como a inflação acumulada nos dois últimos anos e a adequação à média dos valores cobrados pelos associados no mercado. UPDATE: A primeira versão disponibilizada tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu a atualização da tabela referencial de valores da Adegraf. Há dois anos sem alterações, novas categorias foram incluídas na nova versão e os valores foram reajustados considerando itens como a inflação acumulada nos dois últimos anos e a adequação à média dos valores cobrados pelos associados no mercado.<a href="http://www.adegraf.org.br/downloads/Tabela_ADEGRAF_2009-2010.pdf"><img class="aligncenter" title="Tabela Adegraf" src="http://3.bp.blogspot.com/_QxA9BDyRj4U/Sns8LeQQe0I/AAAAAAAAAFk/Lhe1lmGVXEw/s400/aviso-tabela-2009-2010.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p>UPDATE: A primeira versão disponibilizada tinha duas incorreções nos valores de hora-técnica, mas já foram corrigidos. Baixe a nova tabela no <a href="http://www.adegraf.org.br/downloads/Tabela_ADEGRAF_2009-2010.pdf">site da ADEGRAF<br />
</a></p>
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